O primeiro evento de uma série de cinco, que vão promover a chegada da Vice Magazine ao Brasil, bem como a chegada da Converse Skateboard (CONS), foi realmente sensacional!
Principalmente pra quem curte skate, arte, música, energético e cerveja (ou seja, praticamente toda a população mundial).
Cheguei no The Way We Run por volta das 17:00 e me deparei com a pista do Sumaré lotada. Mas quase ninguém estava andando de skate!
Ao chegar mais perto, entendí o que estava acontecendo: os prós já estavam mandando suas manobras sem dó nem piedade. Os gringos já estavam andando, assim como os skatistas brazucas.
Encontrei com o @vitorfcosta e fomos logo tirar umas fotos.
Era um tanto difícil dizer quem era gringo e quem era brazileiro (pelo menos pra mim). Os caras pareciam tão acostumados com a pista, pareciam que todos eram de casa. Mas vale dizer que os brazileiros mandaram muito – em especial, Biano Bianchin (que com algumas manobras no corrimão e uma ousadia na pista toda como ninguém mais fazia) e Daniel “Crazy” (que teve, além de um shape quebrado, mandou algumas manobras cabulosas da parte alta da pista para a parte mais baixa, incluindo um shove-it underflip tão foda que eu nem conseguí fotografar).
Anthony Pappalardo parecia meio desanimado por não conseguir acertar uma manobra (estou na dúvida se era um hurricane ou um bs 180 fifty reverse) e em conversa com ele durante a exposição (sim, eu conversei com Anthony Pappalardo), ele disse que tinha se machucado mais cedo (isso explica porque eles estavam tão à vontade na pista: tinham andado antes da apresentação).
Após a apresentação na pista, com muitas revistas e DVDs sendo distribuídos (ou uma caixa de papelão sendo arremessada pelo Biano), foi a hora de pegar um poster autografado.
Confesso que achei meio sacanagem ter autógrafo só dos gringos. Eu realmente queria autógrafo de todos: tanto os gringos quanto os brazucas. Peguei meu poster autografado, tentei entender o que Ethan Fowler falava (sem sucesso) e saí da “tenda” que havia sido armada para os autógrafos para deixar o próxima da fila pegar seu pôster autografado.
Ao sair da tenda, acabei encontrando o (tá, foi ele quem me achou) e depois de uns 10 minutos, o acabou indo embora, que logo foi ocupado pela chegada do Tainan – amigo do artbortolin, também conhecido como Pelé.
Da pista, fomos pra exposição que continha as fotos (de polaroid) de Raymond Molinar e os móveis feitos por Anthony Pappalardo, além de uma banheira lotada de gelo, Heineken e Red Bull que fez a festa da galera que estava no evento. Conversa vai, conversa vem, algumas fotos e mais conversas, voltei pra casa.
Infelizmente não deu pra ir no Clube Neu, ouvir (e delirar) com a banda do Ethan Fowler (a Green and Wood). Mas tenho certeza que, assim como o evento todo, não decepcionou. Quem manda morar em Guarulhos, né?
Deu pra ver que tanto a Vice quanto a CONS estão investindo pesado no Brasil e que vieram com um propósito: inovar.
Parabéns às duas (Vice Magazine e CONS) e também ao público presente (que fez questão de invadir e dominar a pista quando a mesma foi liberada, no comecinho da noite).
Agora fico no aguardo dos próximos eventos, que prometem ser tão bons quanto esse.
Algumas fotos que tirei durante o evento:




Principalmente pra quem curte skate, arte, música, energético e cerveja (ou seja, praticamente toda a população mundial).
Cheguei no The Way We Run por volta das 17:00 e me deparei com a pista do Sumaré lotada. Mas quase ninguém estava andando de skate!
Ao chegar mais perto, entendí o que estava acontecendo: os prós já estavam mandando suas manobras sem dó nem piedade. Os gringos já estavam andando, assim como os skatistas brazucas.
Encontrei com o @vitorfcosta e fomos logo tirar umas fotos.
Era um tanto difícil dizer quem era gringo e quem era brazileiro (pelo menos pra mim). Os caras pareciam tão acostumados com a pista, pareciam que todos eram de casa. Mas vale dizer que os brazileiros mandaram muito – em especial, Biano Bianchin (que com algumas manobras no corrimão e uma ousadia na pista toda como ninguém mais fazia) e Daniel “Crazy” (que teve, além de um shape quebrado, mandou algumas manobras cabulosas da parte alta da pista para a parte mais baixa, incluindo um shove-it underflip tão foda que eu nem conseguí fotografar).
Anthony Pappalardo parecia meio desanimado por não conseguir acertar uma manobra (estou na dúvida se era um hurricane ou um bs 180 fifty reverse) e em conversa com ele durante a exposição (sim, eu conversei com Anthony Pappalardo), ele disse que tinha se machucado mais cedo (isso explica porque eles estavam tão à vontade na pista: tinham andado antes da apresentação).
Após a apresentação na pista, com muitas revistas e DVDs sendo distribuídos (ou uma caixa de papelão sendo arremessada pelo Biano), foi a hora de pegar um poster autografado.
Confesso que achei meio sacanagem ter autógrafo só dos gringos. Eu realmente queria autógrafo de todos: tanto os gringos quanto os brazucas. Peguei meu poster autografado, tentei entender o que Ethan Fowler falava (sem sucesso) e saí da “tenda” que havia sido armada para os autógrafos para deixar o próxima da fila pegar seu pôster autografado.
Ao sair da tenda, acabei encontrando o (tá, foi ele quem me achou) e depois de uns 10 minutos, o acabou indo embora, que logo foi ocupado pela chegada do Tainan – amigo do artbortolin, também conhecido como Pelé.
Da pista, fomos pra exposição que continha as fotos (de polaroid) de Raymond Molinar e os móveis feitos por Anthony Pappalardo, além de uma banheira lotada de gelo, Heineken e Red Bull que fez a festa da galera que estava no evento. Conversa vai, conversa vem, algumas fotos e mais conversas, voltei pra casa.
Infelizmente não deu pra ir no Clube Neu, ouvir (e delirar) com a banda do Ethan Fowler (a Green and Wood). Mas tenho certeza que, assim como o evento todo, não decepcionou. Quem manda morar em Guarulhos, né?
Deu pra ver que tanto a Vice quanto a CONS estão investindo pesado no Brasil e que vieram com um propósito: inovar.
Parabéns às duas (Vice Magazine e CONS) e também ao público presente (que fez questão de invadir e dominar a pista quando a mesma foi liberada, no comecinho da noite).
Agora fico no aguardo dos próximos eventos, que prometem ser tão bons quanto esse.
Algumas fotos que tirei durante o evento:





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